Schifino
Family Office
Há oportunidades que existem apenas dentro de relações construídas com paciência. Se você chegou até aqui por algum caminho significativo, vale a pena conversar.
A Schifino é uma estrutura de gestão patrimonial formada ao longo de gerações — não por acumulação de capital, mas pela acumulação mais rara e mais difícil: o discernimento sobre onde ele deve ir. Cada decisão tomada ao longo desse tempo foi uma aula. O conjunto delas é o que nos distingue.
Operamos com uma equipe de profissionais cuja trajetória inclui gestão de ativos institucional, direito patrimonial internacional e mercados reais de alto nível — não como consultores externos, mas como parte do núcleo decisório. Cada campo de atuação é sustentado por inteligência própria, governança formal e a infraestrutura tecnológica que o rigor desta escala exige.
Os projetos que desenvolvemos não são anunciados. São apresentados pessoalmente — a quem demonstra afinidade com esta forma de pensar. Se você chegou até aqui, é provável que haja algo aqui que vale a pena conhecer.
Há uma diferença entre saber onde o capital está e saber para onde ele vai. A segunda é mais rara — e é o que se constrói ao longo de gerações de trabalho criterioso.
Uma estrutura patrimonial que pretende atravessar gerações exige mais do que boas decisões de investimento — exige a arquitetura institucional que as protege. Construímos, ao longo do tempo, uma camada de governança que opera com o rigor de uma instituição regulada e a velocidade decisória que apenas um mandato de longo prazo permite.
Cada decisão relevante passa por um comitê de investimentos formal. Cada operação internacional atende a requisitos de compliance de múltiplas jurisdições. E a infraestrutura tecnológica que sustenta tudo isso — de cibersegurança a consolidação patrimonial — é construída com os mesmos padrões exigidos das maiores gestoras do mundo.
Governança não é burocracia — é a linguagem pela qual uma família patrimonial se comunica com as próximas gerações. Cada protocolo documentado, cada processo auditável, é uma mensagem de seriedade para quem virá depois.
A profissionalização de um family office não se mede pelo volume de capital gerido — mas pela sofisticação dos processos que o protegem e pela qualidade das pessoas que tomam as decisões.
Cada oportunidade é analisada por um comitê formal com mandato claro: memorandos de investimento estruturados, critérios de decisão documentados, hurdle rates definidos e monitoramento pós-investimento rigoroso. Nenhuma alocação significativa ocorre sem processo.
Profissionais independentes com trajetória em gestão institucional, direito patrimonial e mercados de capitais compõem nosso conselho. A diversidade de perspectivas protege contra os vieses que são endêmicos em estruturas familiares.
Protocolos AML/KYC para todas as contrapartes. Compliance LGPD e regulatório em cada jurisdição. Auditoria externa periódica. Política formal de gestão de riscos com limites de concentração e liquidez documentados.
Consolidação patrimonial em sistema de gestão de nível institucional. Autenticação multifator, criptografia de ponta, testes de penetração periódicos e plano de resposta a incidentes. A segurança do patrimônio digital é tão crítica quanto a do patrimônio real.
Não há atalho para o discernimento.
Ele é o resultado de ciclos inteiros
de trabalho, erro e acerto silencioso.
O que apresentamos aqui não é um inventário — é uma janela para a forma como pensamos sobre criação de valor ao longo do tempo. Cada área onde atuamos representa décadas de aprendizado que não se transfere por relatório. Os projetos concretos são apresentados em conversa, sob confidencialidade, a quem demonstra afinidade genuína com esta visão.
Há territórios que existem além de suas dimensões. Não são apenas terra — são coordenadas onde confluem paisagem, mercado, timing e visão. Nossa trajetória no desenvolvimento imobiliário de alto padrão foi construída sobre a capacidade de reconhecer esses territórios antes que se tornassem evidentes para o mercado, e de transformá-los em comunidades residenciais que geram valor perpétuo — para quem habita, para quem investe e para o ecossistema que os recebe.
Conduzimos o ciclo completo de incorporação — da seleção criteriosa do terreno até a entrega e operação — com a profundidade de quem entende que cada empreendimento é uma decisão geracional. Isso exige engenharia financeira sofisticada, curadoria precisa do posicionamento e, acima de tudo, a capacidade de reunir os melhores parceiros em cada disciplina sem perder a coerência da visão original.
Criamos o contexto no qual comunidades específicas — de famílias com valores comuns — escolhem viver. O ecossistema é o que permanece.
O Brasil concentra algumas das maiores e mais dinâmicas praças produtoras do mundo — e em torno de cada grande praça existe um ecossistema de negócios, relações e fluxo de capital que, organizado com inteligência, produz oportunidades de valor muito além da commoditie em si. Nossa presença no agronegócio não é externa nem analítica. É constituinte de quem somos — construída a partir de décadas de relacionamento com os agentes que efetivamente movem esses mercados.
Produtores, cooperativas, processadores, distribuidores e os organismos que estruturam os grandes encontros do setor: essa rede nos confere uma leitura de ciclos, janelas e momentos que raramente está disponível para quem observa de fora. Criamos e curamos ecossistemas econômicos que amplificam o valor gerado pelo setor — posicionando capital e relacionamentos em estruturas que crescem com a expansão do próprio agronegócio brasileiro.
As grandes oportunidades no agronegócio não estão na commoditie — estão na infraestrutura relacional e nos ecossistemas de negócios construídos em torno das praças produtoras mais dinâmicas.
Uma feira bem concebida não é um agregado de estandes — é uma estrutura cuidadosamente arquitetada para que as conversas certas aconteçam, que os mercados se reconheçam e que o capital encontre a direção correta. Nossa atuação na concepção, curadoria e desenvolvimento de feiras e eventos do agronegócio nasce exatamente dessa compreensão: não somos organizadores de eventos. Somos criadores de encontros que criam mercados.
Nas principais praças produtoras do Brasil, desenvolvemos e gerenciamos eventos que reúnem os agentes econômicos mais relevantes de cada cadeia produtiva — com a profundidade de quem conhece o setor por dentro e a visão de quem entende que um evento estratégico bem executado pode transformar permanentemente a dinâmica de uma região. Cada edição é concebida como um ativo — não como uma despesa de marketing.
Os maiores negócios do agronegócio não são fechados em mesas de negociação formais — são iniciados em corredores de feiras onde o ambiente foi construído para que isso aconteça naturalmente.
A transição energética global criará uma das maiores redistribuições de valor geológico da história — e os minerais que a sustentam estão concentrados em jurisdições que a maioria dos investidores ainda não tem estrutura, relacionamento nem disposição para acessar com a seriedade que esses ativos exigem. Nossa presença nesse campo foi construída ao longo de anos — não como resposta a uma tendência de mercado, mas como resultado de uma convicção formada muito antes do consenso.
Desenvolvemos, ao longo de anos, a estrutura internacional, os relacionamentos locais em múltiplas jurisdições e a inteligência operacional que esse tipo de posicionamento exige. A abordagem é a mesma que aplicamos a qualquer decisão de longo prazo: paciência para esperar o momento certo, disciplina para preservar a tese original — e a serenidade de quem chegou antes.
Ativos minerais estratégicos têm uma janela de posicionamento: antes que o capital institucional organize a corrida, existe um intervalo — breve, invisível para a maioria — em que a presença e o relacionamento local definem quem terá acesso.
Gerir capital de forma integrada em múltiplos setores, jurisdições e estágios de maturação exige mais do que conhecimento setorial — exige uma arquitetura de inteligência e processos que seja simultaneamente sólida e ágil. Ao longo do tempo, desenvolvemos ferramentas e metodologias próprias que sustentam toda a nossa operação: do ciclo de decisão à curadoria dos relacionamentos que definem o que se torna possível.
O que chamamos de plataforma é o sistema nervoso que nos permite operar com a consistência de uma instituição e a velocidade decisória de uma família. Consolidação patrimonial em tempo real, dashboards interativos, projeções de fluxo de caixa, análise de concentração de risco e curadoria de deal flow — tudo protegido por infraestrutura de cibersegurança com os padrões exigidos das maiores gestoras globais. Para parceiros estratégicos com alinhamento real, ela representa acesso a uma capacidade de articulação que não se replica.
A vantagem competitiva sustentável em gestão patrimonial não é setorial — é sistêmica. Ela reside na capacidade de enxergar e capturar o valor que emerge da convergência entre campos distintos.
O que construímos ao longo do tempo
não são acordos — são relações.
A diferença se revela na qualidade das decisões,
na durabilidade do que foi combinado e
no valor que nenhum dos dois antecipava.
Toda conversa começa pelo entendimento mútuo. Não há formulário correto nem abordagem ideal — há o começo de uma relação que, se houver afinidade de propósito, pode durar décadas e criar valor em múltiplas dimensões que nenhuma transação isolada poderia proporcionar.
Nossos projetos e oportunidades são apresentados sob confidencialidade, pessoalmente, a quem demonstra alinhamento com esta visão. Nomes, localizações e condições não são publicados — são compartilhados em conversa, no tempo certo.
Você nos conta quem é, o que constrói e o que busca. Nós compartilhamos quem somos, como pensamos e o que estamos desenvolvendo. O que existe é atenção genuína — e, se houver, o reconhecimento mútuo de que há algo aqui que vale aprofundar.
Se houver afinidade de propósito, apresentamos os projetos mais alinhados ao seu momento — com profundidade real: a tese, o que torna aquela oportunidade singular, por que ela existe neste momento e não em outro — e o que a torna irreplicável por quem chega depois.
Em estruturas com número reduzido de participantes e janelas temporais precisas, quem chega mais cedo à conversa define o que é possível. Não por pressão — mas porque a natureza de certas oportunidades exige que as posições sejam tomadas antes que o mercado as perceba.
A primeira oportunidade raramente é a mais significativa. Relacionamentos de qualidade revelam, ao longo de anos, uma sequência de posicionamentos — em mercados, setores e momentos distintos — que nenhuma transação isolada poderia produzir. É exatamente isso que buscamos construir.
Cada oportunidade que avança passa por um processo formal: memorando de investimento estruturado, análise de risco por comitê independente, due diligence técnica, jurídica e financeira com profundidade institucional. O que parece lentidão é, na verdade, a disciplina que diferencia posicionamento de aposta.
Não competimos com o mercado. Aguardamos os momentos em que ele nos traz o que merece nosso capital e nossa atenção — e essa espera é parte constitutiva da estratégia, não ausência dela.
As melhores oportunidades raramente chegam pelos canais convencionais. Uma rede construída em décadas de relacionamentos de qualidade nos posiciona antes que o movimento de mercado torne a oportunidade visível para todos.
Medimos sucesso em gerações, não em ciclos. Essa perspectiva transforma profundamente quais decisões tomamos, quais recusamos — e com quem nos associamos em cada campo de atuação.
O silêncio nos permite operar com uma liberdade que posições expostas jamais permitem. Não celebramos publicamente. Entregamos consistentemente — para quem está dentro da relação.
Estrutura sólida e processos cuidadosos são a base de qualquer relação duradoura. Essa disciplina — construída pacientemente, sem atalhos — é o que nos permite atuar onde poucos conseguem chegar.
Recusamos mais do que aceitamos — em projetos, em parcerias e em relações. A consistência do que somos e do que construímos começa no critério permanente sobre quem e o que entra nisso.
Comitês formais, processos auditáveis e compliance rigoroso não são custos operacionais — são a infraestrutura que permite decisões de longo prazo sem os riscos que destroem patrimônios geracionais. A burocracia que poupamos no início, pagamos multiplicada depois.
Os ativos mais duradouros são aqueles que fortalecem as comunidades e os ecossistemas onde estão inseridos. A sustentabilidade não é um critério acessório — é condição de permanência. Medimos impacto com a mesma seriedade com que medimos retorno.
A transição entre gerações não é um evento — é um processo desenhado com décadas de antecedência. Formação da próxima geração, constituição familiar documentada e protocolos de sucessão fazem parte da nossa arquitetura desde o primeiro dia.
70% das fortunas familiares se dissipam na segunda geração. 90% na terceira. A diferença entre as que preservam e as que se perdem não é o volume de capital — é a arquitetura de transferência de conhecimento, valores e processos que foi construída com antecedência.
A Schifino opera com o princípio de que sucessão não é um evento futuro — é um processo contínuo que começa agora. A formação da próxima geração, a documentação de princípios e a criação de protocolos de transição são parte constitutiva da nossa estrutura, não apêndices dela.
Estrutura de propriedade, direitos de voto, políticas de liquidez e mecanismos de resolução de disputas — documentados formalmente e revisados periodicamente.
Programas de educação financeira estruturados, rotação por diferentes áreas de atuação e exposição progressiva a decisões reais de investimento com responsabilidade crescente.
Planos de contingência documentados para cenários de incapacidade ou falecimento. Seguro patrimonial adequado. Trustees identificados e preparados para agir quando necessário.
Reuniões familiares anuais de revisão estratégica. Discussão aberta sobre objetivos, expectativas e responsabilidades. Transparência proporcional à maturidade de cada membro.
O verdadeiro legado de uma família patrimonial não é o que ela acumula — é a capacidade que transmite à próxima geração de tomar decisões com o mesmo discernimento que construiu o que existe.
Há projetos em andamento agora
que não estão em nenhum site,
em nenhuma plataforma —
e que não vão esperar.
O Brasil oferece uma combinação ainda subprecificada pelo capital internacional: dimensão territorial, potencial produtivo e demanda reprimida por produtos imobiliários, agroindustriais e de infraestrutura de alto padrão. Nossa presença aqui foi construída projeto a projeto, relação a relação — em regiões que o mercado convencional ainda não alcançou com a profundidade que merecem. E é exatamente aí que as oportunidades mais duradouras residem.
Determinadas regiões das Américas concentram um conjunto raro de atributos: demanda crescente por desenvolvimento imobiliário criterioso, ausência de concorrência qualificada e janelas de posicionamento que se fecham rapidamente quando o capital institucional finalmente chega. Nossa inteligência sobre esses mercados é construída sobre relacionamentos locais genuínos — não sobre análises de terceiros ou relatórios setoriais.
Nossa estrutura internacional opera com a seriedade que a gestão patrimonial de longo prazo exige: holding companies em jurisdições com regime favorável, substância econômica real — não apenas endereço — e compliance integral com CRS, FATCA e registros de beneficiários finais. A presença antecipada, os relacionamentos locais genuínos e os advisors de primeiro nível em cada jurisdição são o fundamento desta atuação.
As posições mais duradouras nascem de entendimento profundo — não de tendências. Reunimos aqui perspectivas que consideramos essenciais para quem pensa o patrimônio com horizonte de décadas. Independente de qualquer decisão, este conhecimento tem valor por si.
70% das fortunas familiares se dissipam na segunda geração. 90% na terceira. O que os 10% que preservam têm em comum vai além do capital: é a arquitetura de decisão que o protege — e as pessoas certas fazendo o trabalho de estruturação e desenvolvimento.
Imóvel premium em localização com oferta estruturalmente limitada valoriza por fundamentos que não dependem de ciclo econômico. Quando a gestão é especializada, o investidor usufrui do resultado sem precisar monitorar nada.
O Brasil reúne o que nenhum outro país oferece: menor custo de produção global, maior potencial de expansão de fronteira e demanda alimentar estrutural crescente. Uma janela que se fecha à medida que o capital global descobre.
A transição energética demandará 6× mais minerais críticos até 2040 — necessidade física, não tese. O desafio não é reconhecer a oportunidade: é ter estrutura para acessá-la antes que a janela se feche.
Yale entregou 13,7%/ano por décadas com 60%+ em ativos ilíquidos. Para quem tem estrutura, iliquidez não é inconveniente — é uma vantagem estrutural que sistematicamente captura retornos que a maioria dos investidores não consegue acessar.
Family offices e endowments convergem para a mesma conclusão: ativos privados entregam retornos superiores. A questão não é se é boa alocação — é como ter acesso. E acesso exige rede, não apenas capital.
As decisões de maior impacto não acontecem em plataformas — acontecem em ambientes onde os atores certos se encontram. Quem organiza esses ambientes tem uma inteligência que simplesmente não existe em outro lugar.
Existe uma classe de investidores para quem o mercado padrão nunca foi desenhado. O incômodo com análises superficiais, a preferência pelo horizonte de décadas, a recusa ao consenso — não são traços a corrigir. São uma identidade a ser honrada.
Os empreendimentos mais valiosos do mundo não vendem metros quadrados. Vendem pertencimento a uma comunidade impossível de replicar. Essa diferença — entre produto e ecossistema — separa ativos que se valorizam por décadas de ativos que envelhecem na primeira revenda.
Os maiores empreendimentos horizontais de luxo não foram construídos onde era conveniente — foram construídos onde o território já dizia algo que poucos conseguiam ouvir. A capacidade de ler essa mensagem antes que o mercado a precifique é a habilidade mais valiosa do desenvolvimento de longo prazo.
Os ativos mais valiosos do mundo têm orçamento de marketing zero. O que pode ser anunciado para todos pode ser comprado por qualquer um. E o que pode ser comprado por qualquer um, por definição, não é escasso. As melhores posições chegam por relação — não por algoritmo.
Não há urgência aqui. Há a convicção de que as melhores posições encontram as pessoas certas — no momento certo. Se algo nessas perspectivas ressoou com o que você já pensa há algum tempo, talvez valha uma conversa.
Conversar →Há uma conversa — sobre o que você está construindo, onde está pensando em ir e se há ressonância real com o que desenvolvemos. Nossa agenda é reservada, mas nossa atenção para as pessoas certas é genuína e sem pressa.
Projetos concretos são compartilhados em conversa. Alguns têm janelas de participação muito específicas. Se algo aqui despertou curiosidade, o melhor momento para escrever é agora.
Escreva-nos. Lemos tudo pessoalmente — sem triagem, sem assistente.
Recebemos sua mensagem com atenção.
Retornaremos pessoalmente em breve.