O Brasil reúne o que nenhum outro país oferece em combinação: menor custo de produção global, maior potencial de expansão de fronteira e demanda alimentar estrutural crescente. Quem tem acesso às áreas certas — com quem desenvolve e gere essas posições — não precisa acompanhar mercado. O ecossistema trabalha.
O Brasil é o único país do mundo capaz de expandir significativamente sua área produtiva sem comprometer áreas de preservação — com cerrado e áreas já antropizadas disponíveis para desenvolvimento sustentável. Essa combinação de solo fértil, água abundante, sol constante e tecnologia agrícola de ponta cria uma equação que não existe em nenhum outro lugar.
Segundo dados do IBGE e da CNA, o agronegócio responde por aproximadamente 25% do PIB nacional, e a produtividade por hectare dobrou nas últimas duas décadas. O Brasil é o maior exportador global de soja, carne bovina, café, açúcar e suco de laranja — simultaneamente.
Apesar disso, a terra agrícola brasileira ainda é subprecificada em comparação com pares internacionais de qualidade equivalente — o que representa uma janela de acesso que se fecha progressivamente à medida que o capital institucional global descobre esse mercado.
O NCREIF Farmland Index — principal índice de performance de terra agrícola nos EUA — documenta retornos médios de 11–12% ao ano nas últimas três décadas, com correlação próxima de zero com bolsas de valores. O ativo cresce independentemente do humor dos mercados financeiros.
A razão é simples: terra produtiva gera renda corrente por arrendamento e aprecia com fundamentos reais — crescimento populacional, escassez de solo arável e demanda por alimentos de qualidade. Esses fundamentos não se invertem. Eles se intensificam com o tempo.
No Brasil, com tecnologia em evolução constante e demanda global crescente, o potencial de valorização é estruturalmente superior à média histórica americana — especialmente em regiões onde nossa presença foi construída antes do mercado chegar.
Não basta ter acesso à terra. É preciso entender o ecossistema — produtores, cooperativas, processadores, distribuidores e os organismos que estruturam os mercados regionais. Nossa presença em feiras do agronegócio não é apenas operacional: é a inteligência de mercado que nos permite selecionar as posições certas.
Quando um investidor participa de um ativo agronegócio em nosso ecossistema, não está comprando terra. Está acessando uma posição selecionada com anos de trabalho relacional e técnico — em uma região onde chegamos antes, com estrutura para desenvolver e gestão para preservar.
A terra não mente. Ela produz, ela aprecia, ela permanece. O que muda não é o ativo — é quem tem acesso a ele antes que o mercado chegue.
Todo o trabalho de seleção, estruturação e gestão é nosso. Uma conversa é suficiente para entender se há afinidade.
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