Mercados privados globais atingiram US$ 13,1 trilhões em ativos sob gestão. Esse número não é coincidência: é o resultado de décadas de evidência de que ativos privados entregam retornos superiores com menor volatilidade percebida. A questão não é se é uma boa alocação — é como ter acesso.
Family offices, endowments e fundações com horizonte de longo prazo convergiram para a mesma conclusão: mercados públicos estão eficientes demais para gerar alpha consistente. O excesso de cobertura analítica e a velocidade de precificação eliminaram grande parte das oportunidades de retorno acima da média.
Mercados privados — private equity, imóveis, infraestrutura, crédito privado, recursos naturais — operam com assimetrias de informação genuínas. Não porque o mercado seja ineficiente: porque acesso exige relacionamento, estrutura e paciência que eliminam a maioria dos competidores potenciais.
O McKinsey Global Private Markets Review documenta: ativos privados cresceram de US$ 4 trilhões em 2010 para mais de US$ 13 trilhões em 2023. O crescimento reflete reconhecimento sistemático de que o risco-retorno é estruturalmente superior ao de equivalentes públicos.
O principal obstáculo para alocação em mercados privados não é capital — é acesso. Os melhores projetos imobiliários, as melhores posições em terra produtiva e em recursos estratégicos não estão disponíveis em plataformas. Eles são distribuídos dentro de redes de relacionamento construídas ao longo de anos.
Um investidor individual, por mais capitalizado que seja, raramente consegue acesso aos projetos onde o capital inteligente está concentrado — simplesmente porque não está na rede certa. É nesse ponto que a estrutura de gestão patrimonial especializada faz diferença real.
Nossa rede foi construída ao longo de anos de trabalho criterioso — em imóveis, agronegócio, recursos naturais e nos ecossistemas de eventos que criam inteligência de mercado única. Quando um investidor se associa a nós, não está comprando um ativo. Está entrando em uma rede de acesso que não se constrói do zero.
O argumento mais comum contra ativos privados é a complexidade operacional. E é válido — se o investidor precisar gerenciar o ativo sozinho. Em nosso ecossistema, o investidor não gerencia nada.
Toda a complexidade operacional — seleção, estruturação, desenvolvimento, gestão e relacionamentos — é nossa responsabilidade. O que resta para quem participa é a decisão de entrar, o prazer de acompanhar os resultados e a liberdade de não precisar monitorar nada.
Os melhores ativos do mundo nunca estão disponíveis para quem procura nas plataformas. Estão disponíveis para quem já está dentro da rede certa quando surgem.
Todo o trabalho de seleção, estruturação e gestão é nosso. Uma conversa é suficiente para entender se há afinidade.
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